Depois da constituição outorgada pelo parlapatão que governa a Bolívia, só há uma conclusão.
Os presidentes do Equador, da Venzuela, do Brasil e da Bolívia esperam se perpetuar no poder em autênticas repúblicas de bananas. Os bananas, no caso, são o povo.
A seleção brasileira fez uma exibição contra o Peru mais chata que pronunciamento de ministro, mais mentirosa que as declaração do presidente, mais ridícula que propaganda oficial e mais vergonhosa que as negociações pra aprovação da CPMF.
Se continuar assim, o Brasil corre o risco de se tornar campeão. De reclamações no Procon.
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O fim das garantias individuais, da liberdade de imprensa, da alternância do poder e do estado de direito começa a ser implantado na Venezuela, terra do amiguinho do presidente do Brasil.
Preparem-se, brasileiros. As pragas de Vulgo Chavez e de Erro Morales se aproximam de nós.
Não faltou ninguém no passeio turístico onde se anunciou que a Copa do Mundo é nossa: o presidente bom de copo, o escritor bom de marketing, o treinador bem zangado, os governadores bons de voto e o baixinho bom de bola.
Teve até comentário de Platini dizendo que o Brasil é a meca do futebol. Grande meca.





